quinta-feira, 24 de novembro de 2011


... vê teu silêncio que toma o mundo, me deixando aqui sendo por mim e sem tua voz guiando-me, eu errei  cada detalhe que forma a vida, os sinais que eu não vi eu to fadada ao errar, algo que tornou-se sina minha ate quando eu andarei na contra-mão de mim tem determinadas coisas na vida que nem tem engrandecem nem te diminuem elas simplesmente passam por ti, é na hora da dor que enxergo que o coração que aqui no peito bate se manteve fechado guardado pra si e tudo vem decorrente de mim será sempre eu e mas ninguém, que não demore quanto ao tempo mudar a alma, tenho uma facilidade absurda de deixar pra trás o passado e ele já passou erro aprendizagem, choro elevação, riso felicidade eu sei que em algum momento me recordarei rapidamente do que não tava pronta pra viver, meus olhos iram me denunciar eu já não mecho esforços pra esconder o que sou, porque quanto mas e maiores sejam meus escudos há algo que se faz ímpar e só quem conhece sabe vê que o meu espelha da alma, sabe quebra granizo incendiar a culpa vê além do fim sabe trazer-me humana com gargalhadas e choros porque é preciso festejar o ser errante que sou, afinal to aqui com marcas mas ainda to aqui de pé olhando pra frente; no fim eu sei sem me enganar nem fingir que tudo ficara bem no meu dia especial tão bonito essencial verdadeiro no sonhar um sonho no  meu feliz pra sempre.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Você me fez assim


Ouvi dizer coisas, que o vento inspira como menina que solta no ar pipas de sonhos que pede que elas alcancem o céu de promessas
Deslumbrada pelo som que o vento trás, quando chega perto do ouvido escuto tua doce voz, me fazendo acreditar que ali estais
Ouvi dizer que o olhar engana, mas no teu encontro meu altar
Vim de outros tempos do tempo que brincar de roda era o bastante, de um prazer cada vez, mas raro, teu mandamento de amor me ensinou que viver é muito, mas que somente acordar pra mas um dia, e sim o fácil não me apete, quero o impossível regado de fé, o caminho, mas longo que me faça crer , dias polisipos deságuam, lá veio o frio encoberto começando no fim carregando o tudo que me fez existir o meu riso não tem cura o ser pulsante emerge da dor num céu tempestivo indo além do meu apego eu me quero feliz
Tempo passa de volta pra casa o paraíso do teu abraço, reconheço o meu nome que surge da tua voz, tão natural quanto a luz do sol, aprendi de ti provedora do amor que viu o brilho intenso só sonho a gloria a luta eu quero sim o agora o teu riso de amor, colo acolhedor transparente de ódio
fazendo-me vê que o céu nublado se vai com um toque, porque qualquer caminho percorrido me encaminha em frações de segundos ao teu mundo de bem
Tomas pra ti minha dor, plantando a flor branca , acolhendo minha alma
O tecido de tua pelo transmite vida, com gosto de felicidade és meu céu de vivencia o mosaico toma forma de amor afastas os fastamas; sono tranqüilo
Rima que comanda a melodia que vive comigo, os sonhos que me destes que me mantém viva
E em meio a pensamentos surge vida porque no fim orgulharei-me do que sou e de onde estarei porque você me fez assim firme na dor forte no teu amor você me fez assim MÃE


homenagem a você Sandra Cruz, a minha provedora de amor !

sexta-feira, 8 de julho de 2011

SONHAR


  
Viajando por fragmentos do tempo, estou pronta pra sarar
Algum dia conhecer o mundo além do muro, ir além do que sonhei
Mas aonde irei a partir daqui com medo nos olhos, encarar os dragões moinhos de vento
Ser o que for sempre, mas do que se é, além das causas que por amor se perderão no espaço vazio
Me pego na certeza de que dormi e sonhei leve como a brisa da manhã
Sonhar livremente, além do muro, além da mente 
Sonhei que um dia ouvi dizer que sonhar é viver, meu profundo desejo; acreditar
Feita de choro sem razão, sentimentos no coração da vida que segue sem parar 
da desistência sem tentar, da liberdade em vão, do riso que consola, da maldade que devora
Não sinto pelo que mudou, nem pelo que perdi, sinto pelo que não ousei sonhar
Vai e volta sofrer ate nada sentir, mas qualquer caminho que ao sonho leve, soa como paz, aprendizado da fé
Tentar corrigir os erros cometidos se despir da mágoa sonhar um sonho e um sonho sonhar, ser bem mas que um amanhã sem vida que lá fora passa 
Anseio pelo que ainda não vive, coração louco bate na certeza que o vai ficar tudo bem já basta, visando o esquecimento do passado.
E como não me emocionar a cada sensação que o tempo deixou em mim
Por quando o sol se põe e as estrelas me iluminam e com a lua me pego a conversar só faz sentido o que no coração carrego então estico meus dedos como se o céu eu quisesse tocar sinto o prazer de sentir que há, mas do que o vento que por meus dedos percorrem deixo-me livre consciência inconsciente só quero o sonhar 
Protagonista de minha historia, por minha vista passa o filme tanta coisa vivida, sonho ventania o riso chega levemente a mim, sinto que a trajetória florida de choros e riso se fez merecedora de aplausos me permito viver, mas que um sonho lindo um sonho sem fim
Se um anjo viesse até mim agora e me perguntasse o que eu mudaria, em meio a um sorriso com a certeza de que tudo valeu a pena em paz com coração a ele responderia: nada.
enfim soltar os braços sentir-me livre, voar nos sonhos, aprender no agora, o limite não assusta
 Pois vejo os meus sonhos me devolvendo o céu  


quinta-feira, 23 de junho de 2011

O que vem depois


Quando as suas forças já não se tornam suficientes, quando o vento quebrou arrancou levou teu alicerce, quando uma mão pra te ajudar não basta
O que vem depois do reinicio, o que vem depois da mudança, o desconhecido é o depois?
Há outras coisas no caminho? Tem certos momentos que não tem como se abrir mão,
Silêncio companhia e o que vem depois que a rua termina? As promessas que ainda não cumpri.
Não posso perde a hora nem o depois não há perdão
O que vem quando se deixa de sonhar?  Morte
Todo tempo e, mas um segundo pra se convencer
Não tem como se dizer não, simplificar
O depois exagerado do limite
Arrependimento, perdão do agora
Ontem distante
Meus olhos piscam de repente e o segundo que passou é o depois?
Há musica esquecida, do caminho certo
O bom motivo que trará fé
O que vem depois quando o hoje acaba e não te satisfaz?
Ainda dá tempo ou o depois e curto
E o depois das lagrimas, assim a chegar pra iluminar
O que vem depois da calmaria será bem vindo.
A demora do tempo de esperar do passado que passou
O que vem depois do ultimo adeus
O que vem depois da mudança de tom do céu
Do detalhes de depois do sonho feliz
O que vem depois da segunda chance?
O não precisar da vida apertada acomodada
Preciso falar do que nós esperamos depois
Se jogar na dança sem medo do escuro, cabra-cega
Diga sim a próxima parada, acreditar no olhar
O mistério do depois desvendado na verdade matriz do agora sem pressa
Se a vida não é do jeito que se quis a idéia é procurar um caminho que te faça feliz é assim que vem o depois, do nada que fui do depois que vem me atiro tranqüila daqui.

quarta-feira, 30 de março de 2011

FOLHAS DE OUTONO



A angustia fica bem aqui quase esquecida por mim, perdoa-me de coração esquece meu ato passado, vive comigo meu presente, eu chorei no momento quando o meu mentir, te tirou de mim
Têm segundos que não tem como esconder minha alma, ela transparece nos olhos, o tempo nublado se fez quadro desenhado do presente distorcido, forma que formei dos meios de se viver inexatas se faz tempestade, explica o que já não posso dizer o que não sei falar
Eu só queria te lembrar que naquele tempo eu não podia fazer mais por nós,encontrava-me perdida, distante do caminho do tempo de acreditar em Noel
Estrela cadente  leva meu pedido aos céus traz a memória do ser sem mim não, mas distante de ti vertente que deságua vai sem saber o dia que ouvirei teu chamar e o destino leal que se faz vivo no sonho do querer; querer sentir, ser e evoluir.
As folhas de outono que o tempo fez secar encontro no caminho que me leva ao éter
Brisa leve doce, suavemente traz tuas memórias a mim
Passado, não abro mão nem um milímetro dele que me fez hoje transparência do irreal na tinta do ontem que presente se fez crescer
O amor verdadeiro espanta todos os medos afirmastes isso
Ouço tua voz dizendo-me: apesar de tudo aqui estarei.
 Liberto-me  choro em gloria tua energia me acolhe me envolve escuto a ti: Eu te amo filha soou como musica e no coração vivo veio a certeza que até a luz do sol apagar, enquanto ar pra respirar houver amar-me pra sempre ele ira.
Sem medo encontrarei meu caminho, livre dos demônios, forte na dor, feliz no teu amor.

domingo, 27 de março de 2011

A ROTA DAS ESTRELAS


Vem aqui fica bem do meu lado, deixa eu sentir essa tua paz se faz meu lar, preciso desabafar o que fiz de mim, desencontro.
Descobri um jeito de viver sem ti mas, não havia encanto vaguei no espaço que existia aqui dentro do peito vazio, ecoava o silêncio.
Me dá a mão, vem comigo, ajude-me a redefinir minha história,
remonta meu destino, amplia meu eu, refaz meu fim.
Sinto falta das coisas simples de sonhar, abre a janela,
que me mostre a estrada certa,
a rota que leve ao que esperas de mim.
Chega um momento que você se enfraquece
na escuridão, é quando seus planos
se desfazem na areia quanda a chuva se faz seca, naquele
segundo que quase cheguei a desistir,
quase cheguei a me entregar mas o pior do fim,
é o recomeço e eu pude te ouvir, o som do vento
trouxe tua voz a mim.
Eu percebi que não preciso me perder,
pra te encontrar, porque tudo que eu quero de ti, faço em mim;
profetiza em mim, volto ao tempo quando
te amava sem saber o que era dor,
pelo silencio profundo de só te amar,
na verdade que te prova, Senhor que fascina,
arco íris de vida, chuva de verão presente no sol
dos destinos, do teu paraíso de constelação.
Contemplo daqui teu lar estrelado,
eu só queria um pedido agora mesmo da verdade que tenho, que o coração atenta.
Sigo a rota das estrelas, que me guiam docemente,
sutilmente a você. Hoje tudo que quero,
é o teu pra sempre, num  pra sempre que jamais
se apagará, sonhando no clarão do luar
ventania do destino, não  assombra
te tenho marcado aqui na pele;
vivo no meu caminhar, no meu dia de paz, num feliz
que me completa.
Eu achei que nada tinha, vejo o mundo em minhas
mãos, vejo você em mim!

sexta-feira, 25 de março de 2011

Eu Não Sei O Que Trago No Peito


Eu não sei que sentimentos trago em mim é como se hoje com os anos que tenho eu me entendesse
O que eu tenho me basta se torna único o caminho percorrido até aqui de pedregulhos fez a evolução
O amor se torna opção e eu não sei o que trago no peito na mistura do amor e do desgosto do sim e não. Tudo se torna único, quando eu me permitir ser única, repetindo pra mim mesma "dá pra acreditar", o que eu fui mutação do que sou, desdobramento de alma evolução de mim e eu que não sabia o que  trago no peito
Não volto mais ao passado posso ir não tem mais o que curar aceito o "Adeus" passando por mim, passado.
Repito pra mim aguente eu vou conseguir, o fogo já não queima a dificuldade não assusta, o inesperado vem com calma ao coração.
As notas, melodias viram musica e  aprendi a ouvir o coração, o som que vem de lá colore meu cinza.
Sei quem sou não existe duvida o meu deserto floresce novamente, os meus olhos não se escondem o verão se faz
Deixo o meu futuro pra depois o que trago no peito não assusta, o reflexo só reflete o que a alma transmite
Crescendo, crescendo, vai com o vento deixa-se levar na ventania solta, volta-te a ti e eu que não sabia o que trazia no peito me deparo comigo e limpo a vista, naturalmente vem a mim o sorriso, crescente do que fui, meu peito de gloria transborda; encontro magnifico em essência, puro na inocência, vivo em morte, enquando vida ainda tiver, dona da alma irmão do ódio, traz mais vida a mim.
 Repouso em ti, canta pra mim a o amor que tive acalenta-me agora sei o que trago aqui.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Apenas Escrevendo







Apenas escrevendo pra desabafar a tristeza que trago no peito
Apenas escrevendo sem me preocupar em rimar 
Apenas escrevendo sem fazer poesia
Apenas escrevendo o que sinto
Apenas escrevendo transferindo minha dor em palavra
Apenas escrevendo meu sangue em prosa  
Apenas escrevendo pra esquecer de chorar
Apenas escrevendo sem medo, sem pressa, sem hora
Apenas escrevendo pra esquecer a dificuldade de ser quem quero ser
Apenas escrevendo pra me transferir me regressar
Apenas escrevendo pra não adormecer triste
Apenas escrevendo pra não sorrir sem vontade
Apenas escrevendo pra escrever
Apenas escrevendo no propósito de pensar
Apenas escrevendo pra agitar minha mão
Apenas escrevendo pra limpar meus pensamentos
Apenas escrevendo enquanto sinto o cheiro de chuva
Apenas escrevendo pro tempo passar e a dor diminuir
Apenas escrevendo pra esquecer o passado
Apenas escrevendo pra esperar o futuro
Apenas escrevendo pra descobri minha essência
Apenas escrevendo até chegar a hora de parar e as palavras sumirem
Apenas escrevendo o fim

sábado, 26 de fevereiro de 2011

DEZEMBRO



Não importa em que se transforma com o passar dos anos, caminha-se quando se impulsiona,  não sei bem em que espaço a minha alma se guarda, ouça meu grito, me segura forte pra não mais soltar, me tira dessa ventania me faz crer que caminhas comigo, e  não importa em que parada fiquei, você já não se importa se me cansei de tentar, me perdi no ego inconsciente da vaidade, person non grata correndo aos gritos do realismo quando vi o abandono do coração pobre, vertente do que eu fiz de mim.
 Exalta no mundo teu perfume de voar, traz das arvores do campo teu jeito de amar, gravei nos muros do teu templo minhas preces, já nem me reconheço meu negro cabelo se colore de branco.
O teu relógio me fez envelhecer eu quero volta pra lá no tempo em que um sol me fazia sonhar, eu cansei não de mim, mas de envelhecer sem a paz, me deparo aqui sentada no vazio, tentando vê em que momento exato eu virei maiúsculo, me coloca em teus braços, me faz pequena de novo; descomplica esse termo me traz a casinha de cera e estampa meu humor feliz nela, gira ao contrario o mundo eu quero aquele abraço da manhã de domingo, naquele tempo que não foi suficiente que me derrete em desgosto do grande tomar posse do pequeno, crescer se torna um ciclo e eu pedi que girar-se pra frente, agora eu só queria aquele momento antigo, das fotos amareladas quando te sentia sempre.
Hoje estou aqui sem quase te sentir na impureza de atitudes, da ignorância de mármore de mim; ninguém me avisou que você ficaria distante, quando eu saísse da crosta impura.
A cada passo dado eu via o teu sombreando o meu, eu conseguia te sentir te vê claramente ao neon, perdi na tempestade aquele ser pequeno que um dia vivi, me faz te ver de novo, eu estou te esperando, espera por mim novamente.
 Não vale a pena sangrar foi preciso chorar pra ver, o meu crescer esquecendo-me de você, criou poeira em nosso altar e o tempo foi passando no vazio das preces sem fé e eu cega pelo deslumbramento do crescer emancipado me afastei do que hoje imploro a ti que volte a ser aquele passado quase que distante daquele mínimo que te enxergava  na aurora.
Arrependimento que devolve meus olhos vivos em ti, do choro tira minha fé, é preciso perder; eu sei que  não voltarei no tempo infantil, criança mais não serei, mas me entenda foi o melhor de mim, tempestade minha levou embora a dor que  causei sem ti, te torna mestre de mim envolve-me, acalenta meu ser os anos já não pesam tanto em meus ombros, teu sopro de éter devolve minha alma, e do nosso altar sumirão as poeiras, ponho em ti o meu existir e no deslumbre do meu perdão sei que sinto você a me perdoar e fazes meu pobre coração enriquecer de gloria;  o dezembro não fica triste  voltei a ti que me recebeu em ternura, me sinto em casa como se nunca tivesse me perdido agora vejo com os olhos limpos, que nunca desistiu de mim.
Eu o sinto comigo, mas ninguém o vê, Deus !


quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Menina

A transformação da alma se vem de querer mudar
Os sonhos podem sim te matar e te erguer, hoje me deparo com você que desiste de sonhar
Que se matou em sonho, nada vem correndo, tudo vem devagar o tempo dele não é o teu
Acorda, olha pra si e veja como você se mata em você mesmo, como podes te matar se ainda abres os olhos, olhos sem vida eu já não consigo entender como você, se perde no espaço do teu caminho, muda tua feição, aprende a perder, acorda pra vida, deixa teu espírito que tenta absurdamente viver em ti, defunto vivo que caminhas entre os seres de alma
Reinvente-se , eu sei como é difícil quando nada do teu querer acontece, olha pra ti eu creio em ti, olha pra ti encontra algo que te motive a viver
Você é feito de luz, não é possível que não consigas vê as luzes, resgata tua criança ela te salvará, só se pode ser grandioso quando se permitir ser criança
Muda , muda que a roda da vida ta rodando, abre teus olhos abre teu espírito te permite; não brinca com a brincadeira da vida, para pra pensar o que tem que ser feito será
Ei eu vejo em você o que nem você vê, ei menina dos olhos tristes entrega-te de coração, você não ta só, não é possível que você não sinta a energia do poderoso te embalando
Você ainda tem tudo apesar de achar que não tem nada, você tem a mestra do teu viver, mãe que tenta te salvar, ei menina dos olhos tristes você pode ser feliz eu sei que sim eu vejo que sim; só basta você, que não se enxerga tirar a venda da magoa dos teus olhos, porque você nasceu pra vencer
Ei menina dos olhos transparentes você é feita de luz,
Menina dos olhos firmes, muda
A quem possa ainda interessar sonhar pode sim matar, quando não se sabe esperar
Ó tempo mestre do vento ensina a essa menina que esperar é divino
Áh menina as estações passaram, aprenda com o vento
Gera pra ti coisas boas faz o bem e receberás o ouro da vitoria
Acreditar se torna o único fio da esperança
Ame a ti, mas ama na pureza do amor
Quebre a corrente liberte-se dos seus demônios
Áh menina, menina linda do coração puro
Deus se faz em ti, honre isso menina eu estarei ao teu lado no dia da tua vitoria.



Eu


Eu hoje sei bem, mas que o não saber
Creio no que jamais quis crer
Eu descobri a riqueza do esquecer
Eu redefini o meu eu
Eu relatei o meu estado
Eu viajei espaços
Eu abreviei o abreviado
Eu redecorei o meu sistema
Eu adoeci a mente
Eu corri pra encontra abrigo
Eu entreguei o meu sorriso
Eu afundei o lastimável
Eu sonhei com irreal
Eu errei na aventura
Eu dancei em transe
Eu surfei letras
Eu desenhei a maré roubou
Eu chorei o vento secou
Eu caminhei e cai
Eu parei e esqueci de continuar
Eu me perdi num abraço
Eu menti, no caminho
Eu desejei e não obtive
Eu quis vários e nada
Eu tirei meu perfume pra rosa
Eu quebrei o espelho da verdade
Eu me distraio no inimaginável pra vê o real
Eu sou escuro, mas opto pelo lilás
Eu tenho apreço pelo que não há preço
Eu tenho 2 e tenho 1
Eu tenho os meus que define Amor
Eu quis desabafo virou prosa
Eu quis vida encontrei Deus



quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Clamor




Sou o tipo de poeta sofrida, Ouçam meu clamor minha agonia meu desispero, O que posso fazer ?
nem eu mesma sei , não sei o que estou a reclamar quero que ouçam meu clamor minha agonia meu sofrimento, meu coração que está a sangrar de dor de desespero de vergonha; Sou bandida pois eu mesma robei minha vida do que eu era pra me mastilizar nessa infame agonia , O que eu tenho ? uma doença no e na alma o que faço desde então sofro, descarrego todo esse sofrimento em palavras que sei que não vão me curar mas também não me maltrata; tenho tudo não sei reconhecer, tenho amor, carinho, tenho mãe mas aprendi a me isolar clamo por ajuda mas acho que não me escultão o que faço nada além de CLAMAR.













texto escrito em 23/06/2004

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Feliz


"Cada um traz em si, a marca de sua historia o caminho que te leva ao seu destino, a unica coisa que posso afirma é que todos somos apenas um acaso da vida, cabe bem mas se aproveita cada momento e se libertar da vaga ideia de felicidade que nos persegue e se entrengar ao simples acaso da vida, entregue-se viva reinvente-se e não se enquadre a ideia de procurar a felicidade, Faça o seu agora FELIZ"















devagar colocarei todos meus textos, é dificil pra mim expor cada um deles mas farei isso, como esse é o primeiro coloquei um pequeninho mas um xodózinho meu, aos pouquinhos colocarei todos !